sexta-feira, 25 de março de 2016
quinta-feira, 24 de março de 2016
segunda-feira, 21 de março de 2016
domingo, 20 de março de 2016
sexta-feira, 18 de março de 2016
Comunhão Pascal 2016
Mais um ano, com muita alegria, participação, empenho e dedicação da parte de toda a Comunidade escolar. Um agradecimento muito sentido a toda a equipa, que de uma forma especial, e com esforço acrescido, soube preparar, desenhar, ensaiar, soube dar cor e alegria a este Grande Momento. O esforço e dedicação valeu a pena.... Bem hajam em nome de todos os que usufruíram e se deixaram tocar pela magia desta Celebração Festiva. Foi na verdade um momento especial... que o digam os alunos do 12º ano.
sábado, 5 de março de 2016
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
domingo, 7 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Deus é compaixão...
«Jesus vive Deus como compaixão. No seu mistério mais insondável, Deus é compassivo (rahum). Aquilo que define Deus não é o poder ou a sabedoria, tal como acontece nas divindades pagãs do Império. Jesus capta e vive a realidade misteriosa de Deus como compaixão. A compaixão é o modo de ser de Deus, é a sua maneira de reagir perante os seus filhos e filhas, é a sua forma de ver a vida e olhar as pessoas.
Esta experiência de compaixão de Deus fez de Jesus um «místico de olhos abertos», que se sente afectado pelo sofrimento da humanidade. Como repetiu inúmeras vezes J. B. Metz, a mística de Jesus não é uma mística de olhos fechados, virados para um outro lado, mas uma mística de olhos abertos ao sofrimento humano. Jesus não é capaz de comunicar a sua mensagem e a sua experiência de Deus fazendo orelhas moucas aos que sofrem. Jesus abre-lhes espaço na sua vida para que possam acreditar que têm um lugar privilegiado no coração do Pai. Defende-os como ninguém a fim de que possam experimentá-lO como o defensor dos últimos. Abre-se de maneira muito especial a eles já que a eles todas as portas se costumam fechar, inclusivamente as portas do templo.
Jesus quer ser um sinal claro de que Deus não abandona os últimos. A partir da sua experiência de Deus, lança este grito profético aos seus seguidores: «Sede misericordiosos para com os outros, assim como vosso Pai é misericordioso para convosco» (Lucas 6:36).
José Antônio Pagola, in Es bueno crer en Jesús
domingo, 31 de janeiro de 2016
Oração de Santa Teresa de Calcutá
Senhor, quando eu tiver fome,
dai-me alguém que precise de comida!
Quando tiver sede,
dai-me alguém que precise de água.
Quando sentir frio,
dai-me alguém que precise de ser
aquecido.
Quando estiver ferido,
dai-me alguém a consolar.
Quando a minha cruz se tornar pesada,
dai-me
a cruz do outro a partilhar.
Quando me achar pobre,
Conduzi-me a alguém necessitado.
Quando não tiver tempo,
dai-me alguém que possa ajudar por um
instante.
Quando sofrer uma humilhação,
dai-me ocasião para elogiar alguém.
Quando estiver desencorajada,
dai-me alguém para lhe dar novo ânimo.
Quando sentir necessidade da
compreensão dos outros,
dai-me alguém que precise da minha.
Quando sentir necessidade de que cuidem
de mim,
dai-me alguém que eu tenha de atender.
Quando pensar em mim mesma,
voltai minha atenção para outra pessoa!
Tornai-nos dignos, Senhor, de servir os
nossos irmãos
que vivem e morrem pobres e com fome,
no mundo de hoje.
Dai-lhes, através de nossas mãos, o pão
de cada dia,
sábado, 30 de janeiro de 2016
"Estou em construção..."
Papa Francisco
Durante a nossa vida causamos transtornos
na vida de muitas pessoas, porque somos imperfeitos.
Nas esquinas da vida, pronunciamos palavras
inadequadas, falamos sem necessidade, incomodamos.
Nas relações mais próximas, agredimos sem
intenção ou intencionalmente.
Mas agredimos.
Não respeitamos o tempo do outro, a
história do outro.
Parece que o mundo gira em torno dos nossos
desejos e o outro é apenas um detalhe.
E, assim, vamos causando transtornos.
Esses tantos transtornos mostram que não estamos
prontos, mas em construção.
Tijolo a tijolo, o templo da nossa história
vai ganhando forma.
O outro também está em construção e também
causa transtornos.
E, às vezes, um tijolo cai e magoa-nos.
Outras vezes, é a cal ou o cimento que o
nosso rosto.
E quando não é um, é outro.
E o tempo todo nós temos que nos limpar e
cuidar das feridas, assim como os outros que convivem connosco também têm de
fazer.
Os erros dos outros, os meus erros.
Os meus erros, os erros dos outros.
Esta é uma conclusão essencial: todas as
pessoas erram.
A partir desta conclusão, chegamos a uma
necessidade humana e cristã: o perdão.
Perdoar é cuidar das feridas e sujeiras.
É compreender que os transtornos são muitas
vezes involuntários.
Que os erros dos outros são semelhantes aos
meus erros e que, como caminhantes de uma jornada, é preciso olhar adiante.
Se nos preocupamos com o que passou, com a
poeira, com o tijolo caído, o horizonte deixará de ser contemplado.
E será um desperdício.
O convite que faço é que experimente a
beleza do perdão.
É um banho na alma!
Deixa-nos leves!
Se eu errei, se eu o magoei, se eu o
julguei mal, desculpe-me por todos esses transtornos…
Estou em construção!
Papa Francisco
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Feriados Religiosos vão ser repostos
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal confirmou hoje que os dois feriados religiosos suprimidos em 2013 vão ser repostos já em 2016.
“Os feriados religiosos serão repostos ao mesmo tempo que os feriados civis”, disse Augusto dos Santos Silva aos jornalistas, após a abertura do Seminário Diplomático, evento anual promovido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).
O Parlamento vai discutir esta sexta-feira várias iniciativas legislativas que têm em vista a reposição dos feriados civis (5 de outubro e 1.º de dezembro).
No caso dos feriados religiosos (Corpo de Deus e Todos os Santos), esta reposição não acontece por via parlamentar, porque “envolve uma negociação entre dois Estados soberanos, Portugal e a Santa Sé”, através dos canais diplomáticos.
“Logo que a decisão sobre a reposição dos feriados civis seja feita, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, que é o organismo responsável, trocará em nome do Estado português, notas verbais com a Santa Sé que vão repor os feriados religiosos em 2016”, referiu Augusto Santos Silva.
O dia do Corpo de Deus (solenidade litúrgica do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, no calendário católico) é um feriado móvel, celebrado sempre a uma quinta-feira e 60 dias depois da Páscoa, que este ano se festeja a 26 de maio.
A solenidade de Todos os Santos é um feriado fixo, assinalado a 1 de novembro.
D. Manuel Clemente, presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), tinha recordado em novembro de 2015 que a Igreja Católica em Portugal era “parte interessada” no debate sobre a reposição dos feriados suspensos desde 2013.
Para o cardeal-patriarca de Lisboa, os feriados religiosos são expressão de valores e tradições que, para “considerável parte da população portuguesa”, se refere ao catolicismo.
A suspensão dos feriados religiosos foi resultado de um “entendimento excecional” entre a Santa Sé e o Governo português, em 2012, com uma duração máxima prevista de cinco anos.
O artigo terceiro da Concordata de 2004, assinada entre Portugal e a Santa Sé, indica que os dias “festivos católicos”, além dos domingos, “são definidos por acordo nos termos do artigo 28”.
Este, por seu lado, prevê que o conteúdo do acordo diplomático “pode ser desenvolvido por acordos celebrados entre as autoridades competentes da Igreja Católica e da República Portuguesa”.
O artigo 30 estabelece que se reconhecem como dias festivos católicos o Ano Novo e Nossa Senhora, Mãe de Deus (1 de janeiro), Corpo de Deus (60 dias depois da Páscoa), Assunção (15 de agosto), Todos os Santos (1 de novembro), Imaculada Conceição (8 de dezembro) e Natal (25 de dezembro).
www.agencia.ecclesia.pt
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
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