terça-feira, 10 de junho de 2014

Passeio do 2º Ciclo - Aveiro

 O tão esperado passeio, aconteceu. Logo de manhã,  fomos provar os ovos moles

 Prova dos ovos moles
 


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Festa da Unidade Pastoral


 Após a Procissão, seguiu-se a partilha de farnéis e o tradicional convívio. De salientar, o Grupo de danças e Cantares de Freixiel e a Associação Cultural de Vila Flor, com o Grupo de Música e o Contra Danças, para além da Banda de Música. Parabéns a todos e um muito obrigado.



domingo, 1 de junho de 2014

Festa da Unidade Pastoral de Vila Flor

 Desde muito cedo, foram muitas as pessoas que puseram os pés ao caminho e rumaram ao Santuário de Nossa Senhoras da Assunção para a Celebração da Festa da Ascensão do Senhor.
 Começamos pela Via Lucis seguida da Eucaristia.


Encerramento Mês de Maria


Terei palavras ...

Estarei ainda longe de Ti,
quem quer que sejas ou eu seja?
Cresce a noite à minha volta,

terei palavras para falar-Te?
E compreenderás Tu este,
não sei qual de nós, que procura
a Tua face entre as sombras?

Quando eu me calar
sabei que estarei diante de uma coisa imensa.
E que esta é a minha voz,
o que no fundo de isto se escuta.

Manuel António Pina,
Nenhum Sítio (1984)

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Mãos



 
Midrach Rabba, sobre o Eclesiastes:
“Quando o homem vem ao mundo, suas mãos estão sempre fechadas, como se quisesse dizer: ‘o mundo inteiro é meu e conseguirei dominá-lo’”
“Quando o homem parte do mundo, suas mãos estão sempre abertas, como se quisesse dizer: ‘não tenho nada em meu poder. Tudo o que posso levar são minhas lembranças, tudo o que posso deixar são meus exemplos’”.  Paulo Coelho

sábado, 17 de maio de 2014

Vamos...

Vamos, ressuscitados, colher flores!
Flores de giesta e tojo, oiro sem preço...
Vamos àquele cabeço
Engrinaldar a esperança!
Temos a primavera na lembrança;
Temos calor no corpo entorpecido;
Vamos! Depressa!
A vida recomeça!
A seiva acorda, nada está perdido!
                                                          Miguel Torga

sábado, 3 de maio de 2014

Casa das Ciências - Corunha


- Casa das Ciências - foi o primeiro museu interativo de titularidade pública de Espanha. O palacete do Parque de Santa Margarita tem um planetário e três pisos de exposições: experiências físicas, exposição temporal e atualidade científica. Os locais onde foram construídas todas as dependências da Casa das Ciências representam locais pintados por Picasso, em 1895.

- Domus, a Casa do Homem, Calle Adelaida Muro - é o primeiro museu interativo do mundo dedicado ao ser humano, inaugurado em maio de 1995. O edifício é obra do arquiteto japonês Arata Isozaki e tem mais de 200 módulos interativos para refletir sobre as características da espécie humana – o Homem.




Planetário - Corunha





Os nossos alunos de 9º ano e alguns de 11º ano, conjuntamente com alunos da Escola Miguel Torga de Bragança, rumaram à Corunha, onde visitaram o Planetário, a Casa das Ciências, o Aquário e a Torre Hercules. 
A cidade da Coruña é muito antiga e a sua história está marcada pela chegada dos romanos no séc. II a.C. que em muito contribuíram para o seu mercantilismo; inclusivamente, em 62 a.C, na altura chamada de Brigatium, foi visitada por Júlio César. Nos séculos que se seguiram à ocupação romana, há a assinalar a invasão pelos povos setentrionais no séc. V e pelos árabes no séc. VIII. Na idade média, Afonso X concede-lhe o privilégio de ser porto, surgindo as bases para a expansão económica. Em 1623 a Galiza adquire representação na corte e em 1689 o duque de Eceda restaura a Torre de Hércules, o emblemático monumento românico da Coruña. Nos séc. XVII e XVIII continua a expansão do comércio naval (textil, peles, tabaco, sal e escravos...) e da indústria, apenas interrompida pelas guerras (ex: a guerra de sucessão que durou 14 anos, a guerra da independência e a invasão francesa). A grande expansão da cidade ocorreu no séc. XX, nos anos 60.
Sob o ponto de vista cultural, o património artístico e arquitetónico da cidade está marcado pelo sua longa história, sendo possível observar marcas da cidade antiga, medieval, renascentista, absolutista, liberal e moderna.