quarta-feira, 7 de março de 2012
Onde te encontro
Onde te encontro?
Senhor, se não estás aquí,
onde te posso encontrar?
Se estás escondido,
como descubro a tua presença?
É certo que moras
numa claridade inacessível.
Mas, onde posso encontrar
essa inacessível claridade?
Quem me levará até ali
para que te possa ver?
E logo, com que sinais
te posso encontrar?
Nunca te vi, Senhor, Deus meu;
não conheço a tua cara…
Ensina-me
a encontrar-te
e mostra-te a quem te procura
porque nao posso ir à tua procura
a menos que tu me ensines,
e nao posso encontrar-te
se tu não te mostrares.
Desejando te encontrarei,
encontrar-te-ei desejando,
amando te encontrarei,
e encontrando-te, amarei.
Santo Anselmo
terça-feira, 6 de março de 2012
Confia em mim
“Quero que saibas que cada vez que me convidas, eu venho sempre, sem falta. Venho em silêncio e de forma invisível, mas com um poder e um amor que não acabam.
Não há nada na tua vida que não tenha importância para mim. Sei o que existe no teu coração, conheço a tua solidão e todas as tuas feridas, as tuas rejeições e humilhações. Eu suportei tudo isto por causa de ti, para que pudesses partilhar a minha força e a minha vitória. Conheço, sobretudo, a tua necessidade de amor.
Nunca duvides da minha misericórdia, do meu desejo de te perdoar, do meu desejo de te bendizer e viver a minha vida em ti, e que te aceito sem me importar com o que tenhas feito. Se te sentes com pouco valor aos olhos do mundo, não importa.
Não há ninguém que me interesse mais no mundo do que tu.
Confia em mim. Pede-me todos os dias que entre e que me encarregue da tua vida e eu o farei. A única coisa que te peço é que confies plenamente em mim. Eu farei o resto.
Tudo o que procuraste fora de mim só te deixou ainda mais vazio. Portanto, não te prendas às coisas passageiras. Mas, sobretudo, não te afastes de mim quando caíres. Vem a mim sem demora, porque quando me dás os teus pecados, dás-me a alegria de ser o teu Salvador. Não há nada que eu não possa perdoar.
Não importa o quanto tenhas andado sem rumo, não importa quantas vezes te esqueceste de mim, não importa quantas cruzes levas na tua vida.
Tu já experimentaste muitas coisas, no teu desejo de seres feliz. Porque é que não experimentas abrir-me o teu coração, agora mesmo, mais do que antes?”
Não há nada na tua vida que não tenha importância para mim. Sei o que existe no teu coração, conheço a tua solidão e todas as tuas feridas, as tuas rejeições e humilhações. Eu suportei tudo isto por causa de ti, para que pudesses partilhar a minha força e a minha vitória. Conheço, sobretudo, a tua necessidade de amor.
Nunca duvides da minha misericórdia, do meu desejo de te perdoar, do meu desejo de te bendizer e viver a minha vida em ti, e que te aceito sem me importar com o que tenhas feito. Se te sentes com pouco valor aos olhos do mundo, não importa.
Não há ninguém que me interesse mais no mundo do que tu.
Confia em mim. Pede-me todos os dias que entre e que me encarregue da tua vida e eu o farei. A única coisa que te peço é que confies plenamente em mim. Eu farei o resto.
Tudo o que procuraste fora de mim só te deixou ainda mais vazio. Portanto, não te prendas às coisas passageiras. Mas, sobretudo, não te afastes de mim quando caíres. Vem a mim sem demora, porque quando me dás os teus pecados, dás-me a alegria de ser o teu Salvador. Não há nada que eu não possa perdoar.
Não importa o quanto tenhas andado sem rumo, não importa quantas vezes te esqueceste de mim, não importa quantas cruzes levas na tua vida.
Tu já experimentaste muitas coisas, no teu desejo de seres feliz. Porque é que não experimentas abrir-me o teu coração, agora mesmo, mais do que antes?”
Madre Teresa de Calcutá
segunda-feira, 5 de março de 2012
Cristo, a beleza que atrai!
“Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não atrair” (Jo 6,44)
‘O silêncio de Deus é a sua escuta, quem reza alcança-o’. A atracção é o fascínio pelo incomum. A beleza é esse fascínio que atrai os sentidos e a inteligência humana. Poderá ser Deus essa beleza atraente que congrega em si a nossa vida? De facto toda a beleza suscita o espanto e contém em si um pólo de atracção emocional e racional. Amamos o que é belo na medida que é bom e pode ser partilhado porque é justo, nem mais nem menos!
domingo, 4 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
És ...
És pequenina e ris… A boca breve
É um pequenino idílio cor-de-rosa…
Haste de lírio frágil e mimosa!Cofre de beijos feito sonho e neve!
Doce quimera que a nossa alma deve
Ao Céu que assim te fez tão graciosa!
Que nesta vida amarga e tormentosa
Te fez nascer como um perfume leve!
Ao Céu que assim te fez tão graciosa!
Que nesta vida amarga e tormentosa
Te fez nascer como um perfume leve!
O ver o teu olhar faz bem à gente…
E cheira e sabe, a nossa boca, a flores
Quando o teu nome diz, suavemente…
E cheira e sabe, a nossa boca, a flores
Quando o teu nome diz, suavemente…
Pequenina que a Mãe de Deus sonhou,
Que ela afaste de ti aquelas dores
Que fizeram de mim isto que sou!
Que ela afaste de ti aquelas dores
Que fizeram de mim isto que sou!
Florbela Espanca
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Vinte dicas para o sucesso
01- Tenha um aperto de mão firme;
02 - Olhe as pessoas nos olhos;
03 - Gaste menos do que ganha;
04 - Saiba perdoar a si e aos outros;
05 - Trate os outros como gostaria de ser tratado;
06 - Faça novos amigos;
07 - Saiba guardar segredos;
08 - Não adie uma alegria;
09 - Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados;
10 - Sorria;
11 - Aceite sempre uma mão estendida;
12 - Pague suas contas em dia;
13 - Não reze apenas para pedir coisas. Reze para agradecer e pedir sabedoria e coragem;
14 - Dê as pessoas uma segunda oportunidade;
15 - Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado ou nervoso;
16 - Respeite os seres vivos, principalmente os indefesos;
17 - Dê o melhor de si no seu trabalho;
18 - Seja humilde, especialmente nas vitórias;
19 - Jamais prive uma pessoa de esperança, pode ser que ela só tenha isso;
20 - Ame a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo.
03 - Gaste menos do que ganha;
04 - Saiba perdoar a si e aos outros;
05 - Trate os outros como gostaria de ser tratado;
06 - Faça novos amigos;
07 - Saiba guardar segredos;
08 - Não adie uma alegria;
09 - Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados;
10 - Sorria;
11 - Aceite sempre uma mão estendida;
12 - Pague suas contas em dia;
13 - Não reze apenas para pedir coisas. Reze para agradecer e pedir sabedoria e coragem;
14 - Dê as pessoas uma segunda oportunidade;
15 - Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado ou nervoso;
16 - Respeite os seres vivos, principalmente os indefesos;
17 - Dê o melhor de si no seu trabalho;
18 - Seja humilde, especialmente nas vitórias;
19 - Jamais prive uma pessoa de esperança, pode ser que ela só tenha isso;
20 - Ame a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Erros do passado
Durante uma viagem, Buda encontrou um yogue apoiado numa perna só. “Queimo os erros do meu passado”, explicou o homem.
“E quantos erros já queimou?”
“Não tenho a menor idéia”.
“E quanto falta queimar?” insistiu Buda.
“Não tenho a menor idéia.”
“Então é hora de acabar com isto. Pare de pedir perdão a Deus, e vá pedir perdão a quem você feriu.” Paulo Coelho
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Da Quaresma á Páscoa
Quarta-feira de Cinzas
«És pó e ao pó voltarás» (Génesis 3,19).
Quando? Amanhã? No próximo ano? Daqui a 20 anos? Que importa... Esse grão de pó sobre a tua cabeça é o teu destino inelutável. Por isso emprega bem os teus curtos anos, converte-te, volta-te para Cristo, que só ele te pode dar perdão e vida.
É assim que começamos a Quaresma, tempo de conversão e austeridade, mas também tempo de uma alegria contida, a alegria de um coração purificado. Trata-se de nos prepararmos para as festas pascais. A Quaresma é o caminho para uma festa!
«Quando jejuardes, não mostreis um ar sombrio, como os hipócritas, que desfiguram o rosto para que os outros vejam que eles jejuam. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa» (Mateus 6,16).
Escutemos bem estas palavras e apliquemo-las como norma de conduta, não apenas na Quaresma mas em toda a nossa vida cristã, porque ela não é senão uma longa preparação para as festas pascais definitivas.
«Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, para que o teu jejum não seja conhecido dos homens, mas apenas do teu Pai que está presente no oculto; e o teu Pai, que vê no oculto, há de recompensar-te» (Mateus 6,17-18).
Que grandeza há no silêncio – não o silêncio nefasto da falta mas no da virtude, que é perfeito quando dele não se tem consciencia – e que força se pode extrair dele. A alegria cristã é a simplicidade de uma fé, a seriedade de uma esperança, a vitalidade do amor.
Na Quaresma a liturgia despe-se dos seus aleluias e glórias, convidando-nos a um estreitamento de vida, a um despojamento do supérfluo, a um tempo de germinação escondida e profunda, iluminada sempre por uma esperança e uma espera. Ela convida-nos a entrar em nós mesmos para nos mergulhar nas fontes da vida, em Cristo. Ela incita-nos a reencontrar o nosso verdadeiro rosto num esforço de autenticidade e lucidez, na oração e na caridade, para que, modelados à imagem de Cristo, sejamos capazes de uma comunhão mais profunda no seu mistério.
Sim, porque o mistério de Cristo não é algo que esteja fora de nós; ele é o que nós somos e o que somos chamados a ser. O seu drama é o nosso. A nossa cruz não é outra que a de Cristo, é o seu amor em nós que a carrega. A nossa verdadeira vida é a vida do Ressuscitado em nós. Se a liturgia nos conduz pelos passos de Cristo é para nos ensinar o caminho que é também o nosso.
O drama que se evoca na Quaresma não é apenas a recordação de um acontecimento passado mas a atualização do drama de Cristo, aqui e agora, para nós, que nos coloca diante da opção decisiva da fé e do amor. Procuremos portanto estar em harmonia com o espírito da liturgia deste tempo e acolher a seiva de vida que nos oferece.
Um monge cartuxo
Cirurgia
"É urgente abrir o coração, livre e decididamente, para a maior e mais importante de todas as cirurgias, a cirurgia ao coração. Como sempre, começa-se pelos preparativos. Uma dieta exigente de palavras, gestos, sentimentos, pensamentos, desejos, interesses, vontades e caprichos, libertação dos resíduos impuros do olhar e do ouvido, equilibrar os níveis internos de todos os componentes do amor, autoestima, entrega, doação, partilha, diálogo, altruísmo, dedicação e desinfestação dos parasitas do afeto a que se dá impropriamente o nome de amigos, trabalho e outras coisas urgentes. Um passo importante é o despir das vaidades, do orgulho, da aparência, das fantasias, do ciúme e da mentira. Depois da preparação avança-se para a cirurgia que consiste essencialmente na transformação de um coração de pedra num coração de carne. Um coração bem equilibrado que dá mais do que recebe, ama sem ser amado, perdoa sem desfalecer. Um coração resistente à tentação da mágoa, da ingratidão e da inveja. Um coração impermeável à indiferença, à calúnia e à humilhação. Um coração sem relógio, sem conta bancária e sem morada. Um coração com bilhete de destino universal e equipado com tenda de campanha e para-quedas para momentos de emergência. Um coração grande com muitas entradas e apenas uma saída para os que se sentem prisioneiros do amor. Um coração vivo que nunca está só. Um coração com braços estendidos em abraços permanentes e de lábios abertos em beijos fraternos. Um coração com lágrimas salgadas e humanas, comuns que se partilham." Manecas
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Civilização
Nada há que tão notavelmente determine o auge de uma civilização, como o conhecimento, nos que a vivem, da esterilidade de todo o esforço, porque nos regem leis implacáveis, que nada revoga nem obstrui. Somos, porventura, servos algemados ao capricho de deuses, mais fortes porém não
melhores que nós, subordinados, nós como eles, à regência férrea de um Destino abstracto, superior à justiça e à bondade, alheio ao bem e ao mal.
Fernando Pessoa
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Precisamos de Santos
Precisamos de Santos sem véu ou batina.
Precisamos de Santos de calças de ganga e sapatilhas.
Precisamos de Santos que vão ao cinema,
ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que colocam Deus em
primeiro lugar, mas que também se ‘esforcem’ na faculdade.
Precisamos de Santos que vão ao cinema,
ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que colocam Deus em
primeiro lugar, mas que também se ‘esforcem’ na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo para rezar
e que saibam namorar na pureza
e castidade, ou que se consagrem na sua castidade.
e que saibam namorar na pureza
e castidade, ou que se consagrem na sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, Santos do século
XXI, com uma espiritualidade inserida no nosso tempo.
XXI, com uma espiritualidade inserida no nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e
as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem
no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem
no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
Precisamos de Santos que bebam coca-cola e comam hot-dogs
que usem jeans, que sejam internautas, que usem walkman.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro,
de música, de dança, de desporto.
Precisamos de Santos que amem apaixonadamente a Eucaristia
e que não tenham vergonha de tomar um ‘copo’
ou comer uma pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos,
alegres e companheiros.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro,
de música, de dança, de desporto.
Precisamos de Santos que amem apaixonadamente a Eucaristia
e que não tenham vergonha de tomar um ‘copo’
ou comer uma pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos,
alegres e companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo;
e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo,
mas que não sejam mundanos."
e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo,
mas que não sejam mundanos."
João Paulo II
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
O poeta
O Poeta beija tudo, graças a Deus. E aprende com as coisas a sua lição de sinceridade... E diz assim: "É preciso saber olhar...". E pode ser, em qualquer idade, ingénuo como as crianças, entusiasta como os adolescentes e profundo como os homens feitos. E levanta uma pedra escura e áspera para mostrar uma flor que está por detrás... E perde tempo (ganha tempo...) a namorar uma ovelha... E comove-se com coisas de nada: um pássaro que canta, uma mulher bonita que passou, uma menina que lhe sorriu,
um pai que olhou desvanecido para o filho pequenino, um bocadinho de Sol depois de um dia chuvoso... E acha que tudo é importante... E pega no braço dos homens que estavam tristes e vai passear com eles para o jardim... E reparou que os homens estavam tristes... E escreveu uns versos que começam desta maneira: "O segredo é amar...".
Sebastião da Gama
O tempo não é nada
Ser feliz
É preciso querer ser feliz e contribuir para isso.
Se ficarmos na posição do espectador impassível, deixando para a felicidade apenas a entrada livre e as portas abertas, será a tristeza que entrará.
Émile-Auguste Chartier
domingo, 5 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Vive feliz
"Não te inquietes com as dificuldades da vida
com os seus altos e baixos, com as suas decepções
com o seu futuro mais ou menos sombrio.
Quer o que Deus quer.
Oferece no meio das inquietações e dificuldades
o sacrificio da tua alma simples que, apesar de tudo,
aceita os designios da providência.
Pouco importa se te consideras um frustado
Se Deus te considera completamente realizado a seu modo.
Perde-te confiando cegamente nesse Deus que te quer para si,
e que chegará até ti, ainda que nunca o vejas.
Pensa que estás nas suas mãos
tanto fortemente seguro
quanto mais decaído e triste te sintas.
Vive feliz. suplico-te.
Vive em paz, que nada te altere,
que nada seja capaz de tirar-te a paz,
nem a fadiga mental nem as falhas morais.
Faz com que brote, e conserva sempre no teu rosto
um sorriso doce, reflexo daquele que o Senhor continuamente te dirige.
E no fundo da tua alma, coloca, primeiro que tudo,
como fonte de energia e critério de verdade,
tudo aquilo que te encha da paz de Deus.
Lembra-te, tudo o que te inquieta e oprime é falso:
asseguro-te em nome das leias da vida e das promessas de Deus.
Por isso, quanto te sintas abatido e triste,
adora e confia."
Teilhard de Chardin sj
Pode servir para uma pequena reflexão. A mim serviu...
Bom fim de semana
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
O manual de instruções
"Depois de comprar uma nova máquina de descascar legumes, a mulher tentou – usando o manual de instruções – fazer com que funcionasse.
Terminou por desistir, deixando as peças espalhadas na mesa.
“Mas como conseguiu isso?”, perguntou surpresa. ”Bem, como não sei ler, fui obrigada a usar a cabeça”, foi a resposta.Foi ao mercado, e ao voltar descobriu que a empregada tinha montado o aparelho". Paulo Coelho
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
O vento
O vento sopra contra
As janelas fechadas
Na planície imensa
Na planície absorta,
Na planície que está morta
E os cabelos do ar ondulam loucos
Tão compridos que dão a volta ao mundo
Sento-me ao lado das coisas
E bordo toda a noite a minha vida
Aqueles dias tecidos
Que tinham um ar de fantasia
Quando vieram brincar dentro de mim
E o vento contra as janelas
Faz-me pensar que eu talvez seja um pássaro.
Sophia de Mello Breyner
in: "Obra Poética I", Caminho 1999
As janelas fechadas
Na planície imensa
Na planície absorta,
Na planície que está morta
E os cabelos do ar ondulam loucos
Tão compridos que dão a volta ao mundo
Sento-me ao lado das coisas
E bordo toda a noite a minha vida
Aqueles dias tecidos
Que tinham um ar de fantasia
Quando vieram brincar dentro de mim
E o vento contra as janelas
Faz-me pensar que eu talvez seja um pássaro.
Sophia de Mello Breyner
in: "Obra Poética I", Caminho 1999
Subscrever:
Mensagens (Atom)


















